TI fica imune aos cortes e vira “estrela” nos bancos

Um dos pontos de maior discussão na edição 2012 do CIAB foi a necessidade de manter a lucratividade em um ambiente de juros cada vez menores e de pressão pela redução do spread bancário. De acordo com Joaquim Kavakama, superintendente da geral da CIP, restam duas alternativas: aumentar o preço cobrado por serviços ou reduzir custos por meio do ganho de eficiência operacional.

Como a primeira alternativa, além de impopular, é inviável, resta aos bancos tentar aumentar sua eficiência, e a Tecnologia da Informação é chave para isso. Nesta seara, o diretor da divisão de serviços financeiros da EMC, Ian Malone, divide os desafios enfrentados pelos bancos em três áreas: corporativa, com regulações mais fortes, concorrência acirrada e clientes mais exigentes; Tecnologia da Informação, com a necessidade de alinhamento com parceiros internos de negócio, operações e aplicativos; e infraestrutura, com a necessidade de integração de diferentes plataformas, escalá-las e lidar com data centers mais complexos.

“Com tudo isso, os bancos cujas áreas de TI que não se moverem para plataformas mais eficientes vão perder clientes”, afirma Malone, lembrando que o mercado conta hoje com novos modelos operacionais baseados em nuvem, redes sociais, mobilidade e big data. O executivo ressaltou que a EMC defende que seus clientes migrem para plataformas mais eficientes que incluam novos modelos de negócio, uso de nuvens híbridas e mudança na cultura das empresas.

“A proposta é o uso da TI como serviço do gerenciamento de aplicativos à infraestrutura, passando pela interface do usuário, software e plataforma”, diz. Para Malone, as empresas precisam começar a avaliar estes novos modelos, como meio de conquistar mais eficiência e, com isso, reduzir custos.

Site: Convergência Digital
Data: 21/06/2012
Hora: ——
Seção: CIAB Febraban 2012
Autor: Fábio Barros
Link: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=30856&sid=109

Pesquise no TI RIO