TI é ativo estratégico e deve ser pensada em bloco na América Latina

Fomentar ainda mais os acordos de cooperação, em especial, os voltados para a interoperabilidade dos sistemas, é um desafio que se impõe aos gestores de TI da América Latina, prega Corinto Meffe, diretor do departamento de Sistema de Informação da SLTI.

“TI é meio. TI é fim. TI é estratégica. Nós mudamos a vida das pessoas. Nós permitimos o compartilhamento de informações. Temos que trabalhar para ter um pensamento em bloco, mesmo com todas as divergências comerciais e estruturais existentes. Buscar um consenso é necessário para termos voz ativa globalmente”, frisou Meffe, que nesta terça-feira, 16/10, do Fórum Sulamericano de Líderes de TI de governo, realizado em Brasília.

A cooperação entre os países, admitiu Meffe, já foi maior. Os acordos de interoperabilidade precisam ser retomados. “Temos que recolocar esse tema na agenda. Acordos na área de TI são um ganho para o ecossistema”, frisou o executivo da SLTI.

Mariano Greco, subsecretário de Tecnologia de Gestão da Argentina, informou que o governo argentino analisa a ideia de criar também um modelo semelhante ao portal de software público, já consolidado no Brasil. “Queremos ampliar o escopo de serviços para o cidadão. O governo eletrônico é estratégico para nós e o portal brasileiro se mostrou bastante confiável. A ideia é criar um com as nossas características”, frisou.

O diretor da SLTI também colocou à mesa questões que precisam ser superadas. “As relações internas e externas na área de TI estão muito amarradas na burocracia. Precisamos unificar o discurso. TI não é um utilitário. Ela serve para melhorar a vida das pessoas”, completou. 

Site: Convergência Digital
Data: 16/10/2012
Hora: 17h16
Seção: Notícias
Autor: Ana Paula Lobo
Link: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=32107&sid=5

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