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Inicialmente, o processador estava sendo desenvolvido para ser usado em smartphones. A tecnologia, chamada pela empresa de Dhanush, consumiria apenas um décimo da energia que os processadores atuais precisam para funcionar. Com isso, uma carga de bateria seria suficiente para uma autonomia de até um mês em dispositivos que usem seu processador.
Isso pode significar uma mudança e tanto para o mercado de tecnologia vestível. Um grande problema enfrentado pelas fabricantes hoje é dar boa autonomia a esse tipo de gadget (como os relógios inteligentes). Com o tamanho diminuto deles, o espaço disponível para bateria é muito menor do que em um smartphone ou tablet. Quanto confiança um relógio inteligente que pode se desligar no meio do dia inspira em seu dono? Pouca.
“Nós tentamos melhorar a experiência para os dispositivos vestíveis e a vida da bateria”, disse Dasaradha Gude, co-fundador e CEO da empresa, ao site Re/code.
A empresa está trabalhando em captação de recursos. Ela já conseguiu 30 milhões de dólares. As fontes de investimento são respeitáveis: Samsung e Qualcomm estão entre elas.
A Ineda Systems está trabalhando em quatro modelos diferentes de processador, indo do “Nano” ao “Advanced” (avançado). Eles servirão para diferentes usos, desde simples monitores de atividade que usam menos recursos, até relógios inteligentes com mais funcionalidades.
Site: Exame
Data: 08/04/2014
Hora: 14h34
Seção: Tecnologia
Autor: Victor Caputo
Foto: Bloomberg
Link: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/esta-startup-quer-solucionar-o-mais-problema-dos-wearables