PPPs para “oxigenar” as compras públicas no Brasil

A adoção de um sistema diferenciado para a contratação de serviços de TI é bem-vinda, mas para os executivos do Grupo Ação Informática, as provas de conceito precisam ser mantidas. “São elas que dão a transparência necessária”, afirma Marcelo Issa, diretor da distribuidora.

“Estamos saindo do superengessamento para um momento melhor nas compras governamentais. A iniciativa privada é mais objetiva, o governo, por conta do seu ritmo, é mais burocrático, mas há mais disposição para efetivar parcerias. O gestor público precisa de mais flexibilidade para decidir. Só assim, o ritmo acelera”, afirma Enio Issa, presidente do Grupo Ação Informática, que realizou o Forum Sulamericano de Líderes de TI de Governo, realizado no dia 16/10, em Brasília.

Para Marcelo Issa, as compras públicas nos Estados precisam ser aperfeiçoadas e seguir o modelo federal. “É preciso fazer mais para termos modelo mais transparente”, diz. Sobre o mercado de distribuição, o executivo admite que os data centers e as operadoras de telecom são, sim, novo mercado e geram oportunidades de parcerias.

“Quem sabe vender serviço, não sabe vender produto. Então, a composição é sempre a melhor receita e o distribuidor tem papel importante para unir empresas”, diz. Questionado se a Distribuição passaria por um processo de extinção, Marcelo Issa foi taxativo: “Nunca.

Precisamos nos redesenhar, mas a distribuição é um ecossistema consolidado em TI”. Assista a entrevista de Enio Issa e Marcelo Issa, do Grupo Ação, concedida à CDTV, do Convergência Digital.

Site: Convergência Digital
Data: 18/10/2012
Hora: 12h22
Seção: Governo
Autor: Ana Paula Lobo
Link: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=32128&sid=10

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