Jive chega ao País com modelo de negócios apoiado em parcerias

Fundada em 2001, a norte-americana Jive, companhia de plataformas de redes sociais corporativa, desembarca no Brasil e quer conquistar empresas que buscam aprimorar a colaboração interna ou externa. “Jive não é um Facebook para empresas. Não é simplesmente uma plataforma somente social, mas de colaboração e de comunicação”, esclarece Fernando De Allende, vice-presidente da companhia para a América Latina.

Com essa bandeira, a organização está apostando no mercado latino-americano, começando pelo Brasil. “O País é nossa prioridade e estamos buscando um escritório para centralizar equipe de vendas, marketing , técnica, treinamento e desenvolvimento”, informa o executivo, sem, no entanto, dizer quando a filial entrará em operação. 

De acordo com De Allende, Argentina, China, México e Colômbia também estão na lista de países que a companhia quer crescer. A empresa também inicia operações na Ásia, com foco em Cingapura e Hong Kong.

O executivo explica que o modelo de negócios da Jive é baseado em parceiros. Em solo nacional, a companhia estabeleceu aliança com seis empresas: PromonLogicalis, T-Systems, Plusoft, Memora, Grupo Assa e Grupo Bracta. “Entendemos que o canal já trabalha de forma estreita com os clientes e entendem o problema de negócios. Além disso, eles conhecem a cultura local, um diferencial importante”, justifica Tim Albright, evangelista da Jive.

A empresa não revelou números sobre o investimento na operação local, ou as expectativas de expansão, mas os executivos apontaram que a ideia é ampliar os negócios. “Social business tem muito terreno para crescer”, afirma Matt Tucker, cofundador e CTO da Jive.

Por aqui, a Jive já conquistou um cliente, o Banco Itaú. Desde abril, a rede social está em uso na instituição para compartilhamento de informações entre as empresas do Banco. De Allende observa que a companhia está em conversas avançadas com outras organizações. Segundo ele, não há ainda uma vertical que tem demonstrado mais interesse na tecnologia. Utilities, operadoras de telecom e bancos estão na lista de segmentos de olho na solução, garante.

Cloud computing

De Allende aponta que a rede social da Jive pode ser adquirida no modelo on premise, dentro de casa, ou ainda na nuvem e que é baseada em padrões abertos. A empresa conta com um data center nos Estados Unidos para suportar a oferta de cloud. “Está em nossos planos ter outro centro de dados na Europa”, adianta, sem revelar detalhes.

Site: Computerworld
Data: 13/10/2012
Hora: 15h30
Seção: Negócios
Autor: Déborah Oliveira
Link: http://computerworld.uol.com.br/negocios/2012/09/13/jive-chega-ao-pais-com-modelo-de-negocios-apoiado-em-parcerias/

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