TI Rio realiza seminário “Crise e Oportunidade” com Mauro Osório, presidente do Instituto Pereira Passos no dia 29 de maio

29/05/2019 10:00/12:00hs

No próximo dia 29 de maio o TI Rio realiza o seminário “Crise e Oportunidade”, cujo o participante será o economista Mauro Osório, diretor presidente do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP). O objetivo é apresentar as perspectivas para a economia do Rio de Janeiro e permitir que as empresas filiadas ao Sindicato aprimorem seus planejamentos de trabalho. O encontro é exclusivo para as empresas associadas ao TI Rio e ocorrerá a partir das 10 horas na sede do sindicato, na Rua Buenos Aires, 68/32ºandar. Clique aqui e faça sua inscrição

Mauro Osório tem vasta experiência na área de economia e desenvolvimento regional, com foco no Rio de Janeiro e Brasil. Coordenador de diversas pesquisas e trabalhos de prestação de serviços na área de fomento ao desenvolvimento econômico regional, planejamento urbano e gestão pública. É consultor ad hoc da Capes, além de ser um dos organizadores do livro "Uma Agenda Para o Rio de Janeiro: Estratégias e Políticas Públicas para o Desenvolvimento Econômico" (Editora FGV, 2015), também é autor, entre outras publicações, do livro "Rio Nacional, Rio Local: Mitos e Visões da Crise Carioca e Fluminense" (Editora Senac, 2005). É coordenador do Grupo de Pesquisa Observatório de Estudos sobre o Rio de Janeiro, vinculado ao Programa de Mestrado da FND/UFRJ e registrado no CNPq.

Em diversas ocasiões Mauro Osório defende que a crise específica do Estado do Rio deriva de longa decadência econômica que é fruto: da transferência da capital para Brasília; da carência de reflexão e de estratégias consistentes de fomento ao desenvolvimento socioeconômico regional; da lógica política hegemônica que se instaura com as cassações no Rio, à esquerda e à direita, a partir do golpe de 64, que permitiram o surgimento do chaguismo, na cidade e, após a fusão em 1975, no estado, deixando heranças até os dias atuais. Esse conjunto de fatores, diz, fragilizou o Estado, que entrou na crise econômica iniciada em 2015 mais vulnerável. Além disso, o Rio foi atingido também com particularidade pela queda das receitas de royalties.