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Por Cristiane Garcia – em 13/01/2014
Geração Z assim é chamada essa nova geração de jovens talentos que acabam de ingressar no mercado de trabalho. Nascidos em meados da década de 90, esses profissionais cresceram em contato direto com a internet, a velocidade da informação e as novas tecnologias. No Brasil, esta geração contempla cerca de 11,6 milhões de pessoas. A habilidade com programas, gadgets e eletrônicos, que para muitos parece algo complexo e cabuloso, para estes talentos é algo natural. Suas vidas são repletas de informação, pois tudo que acontece é noticiado em tempo real e muitas vezes esse volume imenso acaba se tornando obsoleto em pouco tempo.
Prometendo ser uma revolução nas companhias, os profissionais, de pouco mais que 20 anos, chegam ao mercado de trabalho esperando por um mundo semelhante ao seu, conectado, aberto ao diálogo de igual para igual, veloz e global. Estes jovens trazem consigo novos desafios para as empresas que nem aprenderam a lidar ainda com a geração Y e precisam se preparar para receber esta nova geração que tem como características comportamentais ansiedade, ambição, impulsividade, ousadia e dinamismo.
Conectados 24 horas por dia e de qualquer lugar, esses talentos vivem num mundo sem fronteiras e estão sempre experimentando coisas novas. Buscam trabalhar no que gostam, e não estão dispostos a se manterem em uma empresa onde não há chances de serem promovidos, reconhecidos, ou que suas expectativas não sejam alcançadas. Outra particularidade, é que esses profissionais acham que conseguem acesso aos CEOs com facilidade. Eles não entendem por que não podem falar com os presidentes das empresas diretamente. Esses são um dos principais motivos que levam a geração Z a buscar oportunidades em corporações com metodologias menos conservadoras.
É daí que surgem os principais desafios por parte das organizações que precisarão ter líderes preparados e ao mesmo tempo, se reinventar para ajustar a geração Z e conseguir retê-la. Modificações na linguagem interna, desburocratização, criação de processos mais dinâmicos e a utilização do apoio da tecnologia são passos inevitáveis para em um futuro próximo integrar estes novos trabalhadores.
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