Analíticos de negócios têm como foco as ferramentas, as tecnologias e as abordagens para acessar, gerenciar, armazenar, modelar e otimizar a análise de dados estruturados. Porém, isso está mudando na medida em que as empresas se esforçam para obter insights de novas e diferentes fontes de dados, reporta o Gartner.
O potencial valor aos negócios de aproveitar e agir sobre as percepções dessas fontes, junto com o significativo hype do mercado sobre Big Data, tem alimentado o desenvolvimento de novos produtos para lidar com a variedade de informações entre os fornecedores já existentes e estimular a entrada de novas abordagens para relacionar, correlacionar, gerir, armazenar e encontrar ideias em dados variados, reporta o Gartner, que prevê que, em 2015, mais de 30% dos projetos analíticos vão entregar insights com base em dados estruturados e não estruturados.
“As companhias estão explorando e combinando insights de seus vastos repositórios internos de conteúdo, como, texto, e-mails e, cada vez mais, vídeos e áudio, além de conteúdo gerado externamente, entre eles as informações de mídias sociais e feeds de vídeo, dentro de novos e existentes processos analíticos e casos de uso.
Correlacionar, analisar, apresentar e incorporar ideias de informação estruturada e não estruturada permitem às organizações personalizarem melhor a experiência do cliente e explorarem novas oportunidades de crescimento, eficiência, diferenciação, inovação e até novos modelos de negócio”, analisa João Tapadinhas, diretor de pesquisa do Gartner e chairman da conferência.
Ainda de acordo com a consultoria, os fornecedores de BI e analíticos continuam sem atender, com rapidez, à demanda crescente de aplicações que permitem linguagem e fala. Na pressa de portar suas aplicações para aparelhos móveis e tablets, eles tendem a focar apenas na adaptação das tradicionais interfaces de usuários de BI para “apontar e clicar” ou “arrastar e soltar” para interfaces touch.
Mas, segundo o Gartner, em 2016, 70% dos fornecedores devem alcançar o mercado de assistentes pessoais virtuais. Inicialmente, vão permitir comandos básicos de voz para as interfaces padrão, seguidos por processamento de linguagem de fala ou texto em consultas SQL. Em última análise, “assistentes de analíticos pessoais” vão mostrar o entendimento de contexto dos usuários, oferecer diálogo e manter uma linha de conversação. “Muitas dessas tecnologias podem e vão sustentar as capacidades, ao invés de fornecedores ou empresas desenvolverem por completo essas soluções”, completa João Tapadinhas.
Site: Convergência Digital
Data: 03/05/2013
Hora: 12h45
Seção: Cloud Computing
Autor: ——
Link: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=33647&sid=97#.UYP8gqK84ms