Por Cristiane Garcia – em 13/09/2012
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Participaram dos debates Aspásia Camargo (PV), Rodrigo Maia (DEM), Marcelo Freixo (PSOL), Otávio leite (PSDB), Fernando Siqueira (PPL) e Eduardo Paes (PMDB). Os encontros reuniram empresários e profissionais de TI interessados em conhecer as propostas dos prefeitáveis e apresentar as demandas do setor.
Durante os encontros foram discutidos temas como: redução da alíquota do ISS para empresas do setor de 5% para 2% (projeto que tramita há três anos na Câmara de Vereadores), apoio as empresas nascentes e start-ups, compras governamentais, regulamentação das lan houses, incentivo a produção de software nacional, programa do governo federal TI Maior, entre outros.
Apesar de propostas diversificadas um ponto em comum chamou a atenção dos empresários que participaram dos encontros, todos os candidatos se comprometeram a lutar pela principal reivindicação do setor carioca: a redução do ISS.
Para Benito Paret, presidente do TI Rio (Sindicato das Empresas de Informática do Rio de Janeiro) a medida torna o setor de TI do Rio de Janeiro um pouco mais competitivo.
“Entendemos que a redução de 5% para 2% não é apenas um fator de competição. É para nos igualar ao resto das cidades que estão praticando taxas menores que a do Rio de Janeiro. Nós estamos em desvantagem. Não é uma vantagem a gente reduzir pra 2%, mas, pelo menos, iguala o jogo”, declarou.
Ponto Alto
Aspásia Camargo (PV) – “Prefeito não pode ser síndico, tem que ser líder, ter ousadia. Ousadia, pra mim, passa por investir em Tecnologia da Informação”.
Rodrigo Maia (DEM) – “Não podemos continuar vendo empresas saindo da cidade e indo para o interior pelo fato dessas regiões apresentarem alíquotas menores. O Rio já foi a capital da informática e vamos retomar esse título”.
Marcelo Freixo (PSOL) – “Vamos incentivar a vinda de empresas limpas e com responsabilidade social, e a TI se encaixa nisso. Não tem sentido a alíquota do ISS ser tão alta”.
Otávio Leite (PSDB) – “A única saída que temos para uma sociedade mais justa é através de desenvolvimento econômico e educação”.
Fernando Siqueira (PPL) – “A prefeitura não só deve incentivar às empresas brasileiras de capital nacional, como deve também comprar destas companhias”
Eduardo Paes (PMDB) – “Estamos rodeados de programas de fomento à TI em cidades de diversos estados do país e quero assumir esses modelos no Rio. Para isso é preciso criar essa condição fiscal já existente em outros municípios. Não acredito no Rio da indústria, no Rio da CSA, mas sim no da economia criativa, da TI, do design”.
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