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Eles agem com um cavalo de Troia identificado como Win32.Spy.Bancos.ACD, que, uma vez instalado na máquina, executa um navegador falso bem semelhante ao Chrome. O “navegador” já abre na página do banco, esperando que o usuário digite seus dados.
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O site aberto é o real, embora o browser seja falso, porque a ideia é monitorar a digitação de agência, conta e nome do titular, além de obter a senha alfanumérica captando os movimentos do mouse.
“Os bancos brasileiros investem fortemente em controles de segurança diversos. Por conta disso, o roubo das credenciais de acesso bancário não é algo comum”, comentou, em nota, Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil.
Site: Olhar Digital
Data: 08/04/2014
Hora: 11h52
Seção: Notícias
Autor: ——
Foto: Reprodução
Link: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/41293/41293