Cloud desafia gestores de TI dos bancos brasileiros

A adesão dos bancos brasileiros à computação na nuvem não é a das mais rápidas, mas ela é inevitável nesta era da eficiência operacional, reforça o diretor da EMC Brasil, Rodrigo Gazzaneo. “A primeira onda da nuvem privada é boa, acontece e já traz resultados. Ainda podemos fazer muito mais, e a mobilidade e as mídias sociais terão papel central nessa cobrança. Além é, claro, a necessidade da eficiência operacional”, diz Gazzaneo, em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital.

Sobre a possibilidade de um compartilhamento entre as instituições financeiras para a criação de uma única cloud privada, o executivo da EMC Brasil lembrou o exemplo da bolsa de Nova York, que se posicionou como um provedor de computação em nuvem para seus sócios e trades, mesmo não sendo este o seu negócio-fim. “É um projeto que deu muito certo e pode, sim, ser replicado no Brasil onde há muitas oportunidades para negócios na nuvem”.

Sobre big data, Gazzaneo diz que, hoje, há ‘pequenas ilhas isoladas’ nos bancos brasileiros, mas nos próximos quatro anos, essa área – de análise efetiva dos dados – deverá ser a que mais vai receber investimentos. “Sem tratar a informação, não há como conhecer o cliente”, destacou. Assista a entrevista de Rodrigo Gazzaneo, da EMC Brasil, na CDTV, do portal Convergência Digital.

Site: Convergência Digital
Data: 13/06/2013
Hora: ——
Seção: Ciab Febraban 2013
Autor: Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos
Link: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=34030&sid=124#.Ubou8edkzko

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