A Apple começou na última segunda-feira, 03/06, a ser julgada em Nova York por acusações do governo dos EUA de que teria um esquema para ficar preços de e-books em sua loja online.
Em um tribunal cheio, a companhia de Cupertino ficará sozinha frente a frente ao Departamento de Justiça dos EUA em um julgamento sem júri e presidido pela juíza Denise Cote, que, em uma audiência antes do julgamento, indicou uma inclinação de decisão contra a empresa.
O Departamento de Justiça entrou com o processo antitruste contra a Apple em abril do ano passado, alegando que a Apple e cinco editoras – Penguin Group, HarperCollins, Simon & Schuster, Hachette, e Macmillan – teriam conspirado para aumentar os preços de livros digitais. No entanto, todas as cinco editoras já fizeram acordos para parar de proibir descontos no varejo e pagaram uma taxa cumulativa de 164 milhões de dólares para benificiar os consumidores.
“Simplesmente não há dúvidas de que as editoras queriam aumentar os preços de e-books e que a Apple conspirou com elas para fazer o mesmo”, afirmou o advogado do Departamento de Justiça, Lawrence Buterman, na abertura do julgamento nesta segunda.
Butterman disse que o caso do Departamento será apoiado por depoimentos de executivos das editoras, que serão chamados para testemunhar durante o julgamento de três semanas. “A Apple foi uma facilitadora e intermediária para levar as editoras a preços maiores”, afirmou.
A Apple, por outro lado, recusa as acusações. “A Apple tem esperado por esse dia há muito tempo”, disse o advogado da firma representando a Apple, Orin Snyder. “A Apple vai ao julgamento porque não fez nada de errado.”
Fique ligado na Macworld Brasil para saber mais novidades sobre o julgamento nas próximas semanas.
Site: Macworld
Data: 03/06/2013
Hora: 17h26
Seção: Notícias
Autor: ——
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